Homem condenado a 30 anos de prisão por deixar namorada morrer asfixiada dentro da mala


Um homem luso-venezuelano de 25 anos de idade, Javier da Silva Rojas, foi condenado recentemente a 30 anos de prisão por ter deixado a namorada morrer asfixiada dentro de uma mala de viagem, em Nova York, nos Estados Unidos.

Segundo a imprensa Internacional, a vítima, Valerie Reyes, de 24 anos, que trabalhava numa livraria, em Nova Iorque, conheceu em janeiro de 2018 o criminoso Javier da Silva Rojas, que emigrou para os EUA à procura de melhores condições de vida. Os dois iniciaram uma relação pouco tempo depois de se conhecerem, até que Valerie decidiu terminar o namoro três meses depois. Segundo a família, a jovem não queria qualquer contacto com Javier, mas o homem insistia, até que no dia 30 de janeiro de 2019, Valeria desapareceu e nem contactou mais a família. A mãe da falecida, denunciou o caso às autoridades e revelou que na última chamada telefónica que fez com a filha, ela confessou estar com medo que alguém a matasse.

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Dias depois, a 5 de fevereiro, um grupo de trabalhadores encontrou o corpo da jovem, junto a uma estrada de Connecticut, dentro de uma mala de viagem vermelha. As pernas e os braços tinham sido amarrados e a boca tinha sido tapada por várias camadas de fita-cola e um ferimento na cabeça e vários hematomas no rosto, levando o médico legista a concluir que Valerie tinha morrido asfixiada, ao ser colocada viva e amarrada dentro da mala.

Rapidamente, com a ajuda de câmaras de videovigilância, as autoridades chegaram a Javier, havendo presença do seu ADN nas unhas da jovem, assim como na mala. Ao ser interrogado, o luso-venezuelano garantiu que, apesar de terem acabado há nove meses, tinham tido “sexo violento” e que Valerie tinha batido com a cabeça. Ao entrar em pânico, colocou-a na mala e abandonou-a. Uma versão que não convenceu as autoridades.

Em fevereiro de 2020, Javier declarou-se culpado em tribunal, para evitar a prisão perpétua ou pena de morte. Como punição, Javier recebeu recentemente a sentença de 30 anos de prisão, mais dois de liberdade condicional.


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