Presidente da República aprova construção de nova morgue em Luanda por 13 milhões de dólares


O Governo decidiu retomar as obras de construção da morgue central. O presidente da República, João Lourenço, aprovou através de um processo de contratação simplificada, a despesa para a construção de uma nova morgue central em Luanda, num valor estimado de 13 milhões de dólares, segundo a Lusa.

A despesa é relativa a um contrato para a construção e apetrechamento do Instituto de Anatomia e Medicina Forense (morgue) Central de Luanda e um contrato de fiscalização da obra, delegando as competências do procedimento concursal na ministra da Saúde, refere um despacho presidencial publicado esta quinta-feira (6) de Maio, no Diário da República.

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O despacho justifica a adoção de um procedimento célere a nível contratual face “à preocupação e urgência do executivo para implementar projectos de incidência central”, com impacto na melhoria dos serviços.

O projecto tinha sido aprovado em junho de 2017, havendo agora “necessidade de se proceder à actualização dos custos aprovados em função da transferência do local, bem como o seu redimensionamento, para assegurar a continuidade da execução do projecto”, justifica o diploma.

Em 2017, na qualidade de vice-presidente da república, Manuel Vicente chegou de lançar a primeira pedra para a construção da infraestrutura, a ser edificada nos próximos dois anos (até 2019), no distrito urbano da Maianga, numa área de sete mil metros quadrados.

De acordo com o plano na altura, a nova morgue central de Luanda deve compreender áreas de autópsia e descontaminação dos corpos, três salas de famílias, sala de orações, instalações sanitárias, área de preparação de cadáveres, quatro salas de visualização, estacionamento e área administrativa.

O plano inicial, previa uma capacidade para a conservação de 200 cadáveres e custo de 1,2 mil milhões de kwanzas (6,4 milhões de euros).

A actual morgue de Luanda, com uma capacidade de acondicionamento para 130 cadáveres, mantém a mesma capacidade dos tempos quando a província tinha menos de um milhão de habitantes, hoje com mais de oito milhões.

 

AR/DN/Lusa


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