Ministras do Turismo e Ambiente assinam acordo com National Geographic


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Um protocolo de cooperação foi esta terça feira, (04), assinado pela ministra do Turismo, Ângela Bragança, ministra do Ambiente, Paula Francisco Coelho, e o vice-presidente chefe da National Geographic, Jonathan Baillie, visando facilitar o desenvolvimento sustentável e fomento do turismo, através do estabelecimento preferencial de condições para o eco-turismo na área do projecto.

Ministras do Turismo e Ambiente assinam acordo com National Geographic

Após a assinatura do acordo de cooperação, foi exibido o documentário “Into the Okavango”, financiado e produzido pela National Geographic, retratando uma expedição ambiciosa numa das maiores bacias selvagens do mundo, revelando as suas ameaças e a riqueza de vida que sustenta.

A ministra do Turismo, Ângela Bragança entende ser necessário preservar a beleza e desenvolver o que existe naquela região, pois se trata de uma acção que tem no seu topo uma orientação do Presidente da República, que define que todos os projectos relacionados com a área de conservação e do turismo devem sobretudo arrastar o desenvolvimento, incluindo as populações, promovendo o seu bem-estar.

Por sua vez, o vice-presidente-chefe da National Geographic, Jonathan Baillie, salientou que a instituição quer trabalhar com o governo angolano para proteger essa área a fim de ser um exemplo nacional e internacional, bem como garantir que essas comunidades beneficiem da sua protecção.

“O nosso compromisso mantém-se em mostrar a beleza e maravilha de Angola para o mundo.

Queremos também trabalhar com o governo para proteger essa área e tornar-se um exemplo nacional e internacional”, frisou.

Recorde-se que o projecto Wilderness de Okavango é uma iniciativa plurianual para pesquisar a Bacia do Rio Okavango, a maior área húmida de água doce no sul da África e a principal fonte de água para um milhão de pessoas, considerado um dos maiores e mais ambiciosos planos turísticos em todo o mundo, Okavango/Zambeze é um projecto transfronteiriço em execução desde 2015, com 278mil quilómetros quadrados, 87 mil dos quais em Angola, abrange quatro países.

 

Por: Benedito Lurdes


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