Covid-19: Rede hoteleira IU pede desculpas pela não disponibilidade imediata dos hotéis


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A rede de hotéis IU, emitiu na tarde desta quarta-feira (25) de Março, uma de imprensa a se desculpar pelos transtornos causados pela não disponibilidade imediata dos seus edifícios para alojar as pessoas em quarentena do Covid-19, no passado sábado (21) do corrente mês.

De acordo com o documento, na altura do pedido do Comissão Intersectorial que está encarregada pela Gestão das Medidas Contra a Expansão do Covi-19, os mesmos não dispunham de nenhum prédio completamente vazio.

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“Na data referida tínhamos Hospedes alojados no IU hotel de Talatona, Viana, Cacuaco, e julgamos prudente não misturar com pessoas em quarentena de COVID-19 por não termos um único edifício vago e isolado”, justifica a direcção da maior rede de hotéis do país que conta com presença em 11 das 18 províncias.

A mesma nota continua dizendo que no dia seguinte, domingo (22) de Março, a direcção da rede de hotéis comunicou a disponibilidade com um edifício vago e isolado, com 60 quartos na província do Bengo mas não foi aceite por ser considerado distante e fora de Luanda.

“No Domingo, 22 de Março de 2020, comunicamos a disponibilidade de IU Hotel com 1 Edifício vago e isolado com 60 quartos, em Caxito que não foi aceite por ser considerado ‘longe e fora de Luanda'”, diz o documento que continua: “Ontem terça-feira, 23 de Março de 2020, comunicamos a disponibilidade do IU Hotel com 3 edifícios vagos e isolados com um total de 180 quartos em Viana e Cacuaco”.

O documento ressalva que cada edifício do IU hotel tem 60 quartos, mas nem todos os estão concluídos disponíveis por não estarem ainda inteiramente apetrechados em consequência das dificuldades actuais de importação de equipamento e bens diverso.

“A rede IU hotel tem demensão nacional estará sempre pronta para enfrentar os desafios de Angola e protegerá sempre a vida e a saúde dos seus Hóspedes e dos seus Trabalhadores em conformidade com as orientações do Ministério da Saúde, do Ministério do Turismo, da OMS e da OMT”, pode-se ler na nota.


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