Heetch chega à Angola com intenção de melhorar a mobilização e criar vários postos de trabalho


Angola recebe a start-up francesa de transporte “Heetch” um projecto digital com objectivo de contribuir para maior mobilidade, rapidez e segurança, por meio de um aplicativo que estabelece relação entre passageiros e motoristas.

Depois de um investimento de 50 milhões de dólares em Maio de 2019 para acelerar o seu desenvolvimento na Europa, Magrebe e África Subsaariana, a empresa já chegou ao Marrocos, Argélia e agora é a vez de Angola.

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De acordo a uma nota a que teve acesso o AngoRussia, a Heetch Angola entra no mercado através de uma parceria sólida com a Eurostral, empresa Angolana reconhecida no sector dos transportes, para substituir o serviço da Eurotaxi.

Para Julien Dubout, responsável da expansão da Heetch a entrada em Angola será benéfica para ambas as partes: “A nossa entrada em Angola é justificada pelo facto de ser um país cuja classe média é importante mas que, apesar disso, tem um défice de oferta de transportes”. A Heetch Angola oferece um aplicativo de transportes que garante segurança, preços acessíveis, densidade da oferta, tempo de espera reduzido e qualidade no atendimento, por outro lado, a empresa espera ser responsável pela criação de várias postos de trabalho em Angola no curto e médio prazo.

Os motoristas que integrarem a Heetch Angola receberão formação, tanto ao nível da gestão do seu dia-a-dia no aplicativo como ao nível das relações interpessoais e atendimento ao cliente, para assegurar a máxima qualidade do serviço. Os requisitos para se candidatar à uma vaga de motorista Heetch são: ter todos os documentos pessoais exigidos para a condução, ter um veículo em boas condições e com a devida documentação.

O aplicativo está disponível para IOS e Android na província de Luanda e a empresa tem plano de expansão para o resto do país.

Start-up lançada na França em 2013 num modelo de economia compartilhada, a Heetch mudou para um modelo tradicional de aplicativo de mobilidade no início de 2017 com a ambição de quebrar os códigos do mercado profissional e rígido. Angola é o primeiro país lusófono a beneficiar do serviço.


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