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Menina de 10 meses ganha micropénis após dormir no peito do pai

Na origem do problema está um gel de testosterona que o pai usava regularmente no corpo.

Por Victória Pinto

Uma bebé viu a sua genitália sofrer alterações depois de passar muito tempo no peito do pai. Os médicos suecos estão a emitir um alerta depois deste caso clínico raro, que afectou a menor 10 meses.

Foto: DR

Segundo conta o Daily Mail, uma bebé ganhou um micropénis depois de ter passado demasiado tempo no peito do seu pai e em contacto com elevados níveis de testosterona.

O caso relatado por médicos suíços refere que a menina dormia ao peito do pai, numa prática que é até aconselhável e que se conhece como contacto pele com pele.

Contudo, neste caso, o pai andava a usar um gel à base de testosterona, ou seja, um produto artificial da hormona sexual masculina.

O gel em causa é prescrito para homens que queiram combater baixos níveis de energia e de desejo sexual, sintomas comuns da andropausa.

Ao deitar a bebé no seu peito, sobre o produto, involuntariamente, expôs a filha a níveis anormais e elevados de testosterona.

Isto levou a alterações profundas nos seus órgãos genitais, com o clítoris a ficar mais sobressaído, parecendo um pequeno pénis, e os lábios a fecharem-se, assemelhando-se a um escroto masculino.

Os pais preocupados levaram-na ao médico assim que se aperceberam que havia algo de estranho a acontecer com a filha. Os médicos sujeitaram-na a análises ao sangue, através das quais foi rapidamente possível perceber onde estava a origem do problema.

Felizmente, o caso foi diagnosticado com rapidez suficiente para conseguir reverter a situação. O homem interrompeu de imediato o uso do creme e a genitália da menina acabou por regressar progressivamente ao normal.

O caso foi reportado há oito anos e Jovanna Dahlgren, especialista em endocrinologia pediátrica, no Sahlgrenska University Hospital, em Gotemburgo, revela que este caso é apenas um de cerca de meia dúzia que foram registados.

“Penso que as pessoas nem sempre entendem o quão potentes estes tratamentos são”, refere Jovanna Dahlgren.

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