Covid-19: Calumbos I e II passam a ser centros de tratamento dos casos positivos assintomáticos


O facto foi anunciado nesta quarta-feira (22) de Julho, pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, na habitual actualização de dados da covid-19 no país, acrescentando que os actuais centros de quarentena institucionais do Calumbo I e II, localizados em Viana, passarão à ser usados como centros de tratamento de casos assintomáticos.

Esta medida enquadrada numa estratégia a implementar-se dentro de 15 dias, com a previsão a transformação dos centros de Calumbo I e II, em Luanda, para espaços de tratamento de doentes com casos positivos assintomáticos. Com a capacidade de albergar cerca de mil e 500 pessoas, ambos os centros vão internar casos assintomáticos que não tenham condições habitacionais para efectuar tratamento domiciliar condigno, com o fim de evitar riscos de contaminar parentes ou a vizinhança.

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Segunda a Ministra da Saúde que actualizava os dados da Covid-19, o tratamento domiciliar, pode vir a ser realidade nos próximos dias, uma vez que se prevê aumento de casos, até pelo menos 45 mil infectados até Setembro, caso se mantenha o ritmo de desobediência das pessoas em observar as medidas de prevenção. Com estes números de infectados projectados pelo ministério da saúde, pode vir a esgotar o espaçamento de internamento dos actuais centros de tratamento da Zona Econômica Especial (ZEE), calculados em mil camas, e das unidades da rede sanitária privada.

Já em relação aos casos sem sintomas só ocorrerá depois de se formar o pessoal médico, de Agentes de Desenvolvimento Comunitários (Adecos), membros da comissão de morador dos bairros, vizinhos de doentes, entre outros. Em caso de violação ao não incumprimento das medidas de tratamento nessa especificidade, serão aplicadas multas pesadas.

De igual modo, vai se criar, a nível dos hospitais,  ‘Zonas Amarelas’ que são enfermarias que servirão para tratar casos suspeitos de pessoas infectadas com o novo coronavírus. E partir dos mesmos serão realizados triagem dos doentes, sendo que mais graves vão ser enviados para os centros de tratamentos de referência e os normais ficam lá ou enviados nos centros dos  Calumbo I e II.

 


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