Workshop “Economia Solidária de Angola” apresenta objectivos Ambientais até 2022


Em alusão ao dia Nacional do Ambiente, que se assina a (31) de Janeiro, o Ministério do Ambiente realizou um Workshop denominado “Economia Solidária de Angola”, que surge como uma alternativa inovadora na criação de trabalho e na inclusão social, num dos auditórios do hotel HCTA em Talatona. Estiveram presentes diversas instituições do governo e do sector privado da sociedade civil.

Workshop “Economia Solidária de Angola” apresenta objectivos Ambientais até 2022

A Ministra do Ambiente, Paula Francisco Coelho, proferiu o discurso de abertura do evento mostrando-se feliz em poder estar com a associações que lançaram os desafios de trazer abordagem sobre “Economia Solidária de Angola”.

“Sinto-me exactamente feliz de podermos estar aqui e com as associações sobre tudo porque foram elas que nos lançaram o desafio de trazer o conceito de Economia Solidária. Dizer que, abordagem de economia solidária é precisamente foco a alta gestão, as questões ligadas as universidades e incubadoras a tudo quanto poderá ser feito não só para as pessoas com vulnerabilidade económico, mas aquelas que produzem e têm os seus feitos para a nossa própria coluna circular, olhamos por exemplo, os catadores dos matérias circulados, olhamos as questões ligadas a agricultura familiar, a formação, capacitação e o cooperativismo que deve existir”, asseverou a Ministra do Ambiente Paula Coelho.

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O Workshop Nacional de Economia Solidária, cooperativismo e inclusão social, consiste na criação de princípios e directrizes para orientar uma política Nacional de Economia Solidária no país, tanto do ponto de vista da organização social, quanto das políticas públicas desenvolvidas e afirmar a estratégia e política de desenvolvimento.

“O Workshop vem para dar resposta a estes problemas, temos uma série de organizações ambientais com uma série de iniciativas, mas que devemos congregá-las e a discussão vem precisamente para nós independentemente da questão de Economia Solidária, nós também vamos inserir na inclusão social que é de extrema importância, temos jovens que têm feito trabalhos bonitos resultado de resíduos sólidos e vamos aproveitá-lo para servir de renda para o quotidiano”, explicou o secretário geral da rede ambiental Mayombe, Rafael Miguel Neto.

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“As províncias que têm correspondido positivamente a estes projectos encontram-se Huambo, Bié, as Lundas e Benguela. Portanto sãos as províncias cujo programa piloto vamos inserir de forma a poder atingir as metas do desenvolvimento sustentável dentro daquilo que são os compromissos que Angola assumiu e aderiu não só no facto de ter assinado várias convenções internacionais, mas também o compromisso nacional dentro do programa que é o desenvolvimento nacional 2018 e 2022”, finalizou Rafael Neto.

A data foi instituída no ano de 1976, com a realização da primeira ‘semana de conservação da natureza’, delegações provenientes de Moçambique, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde assinalaram presença nem Luanda, onde ficou determinada a celebração do dia 31 de Janeiro como “Dia Nacional do Ambiente”. Uma data que prima em sensibilizar diferentes sectores da sociedade, para a necessidade de se adaptaram padrões de vida sustentável por meio de uma gestão equilibrada dos recursos naturais.

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Por: Manuela Hália


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