Quantcast

Enfermeira alerta angolanos sobre a autoprescrição

0
Divulgação de Serviços (ProCenter)

Apesar da autoprescrição se tratar do uso de medicamentos não aprovados para serem utilizados sem acompanhamento médico, algumas pessoas acabam por tornar essa prática constante em suas vidas e correm graves riscos de saúde. A enfermeira angolana Ménia Correia em conversa com o AngoRussia chamou a atenção para aquilo que são os riscos provenientes do uso da autoprescrição. 

A enfermeira começou por dizer que apesar do uso de alguns fármacos não exigir prescrição médica, é fundamental ter em conta que não se aplica a todos medicamentos, deixando claro que autoprescrição é uma prática arriscada e que pode gerar consequências como: agravamento de uma doença, intoxicação, disfarce dos sintomas de uma doença em fase inicial e não só.

“Existem sim alguns medicamentos que não necessitam de prescrição médica para serem tomados, mas não são todos. É comum termos algum mal estar e alguém de imediato sugerir o medicamento ideal para uma determinada inquietação, mas é importante que as pessoas saibam que a autoprescrição é uma prática muito arriscada e que pode gerar consequências como: agravamento de uma doença, intoxicação, disfarce de sintomas de uma doença em fase inicial”.

Questionada sobre a necessidade de se ir ao médico ou não e casos de: gripes ou dores de cabeça, Ménia respondeu que “apesar dos farmacêuticos terem um importante papel no sistema de saúde que e poderem consequentemente ajudar nestes casos, é recomendável que se dirija a uma unidade hospitalar sempre que se estiver em presença de uma mal estar”.

 

Deixe a sua opinião!

Partilhe.