Sabia que o uso de tampões pode causar Síndrome do Choque Tóxico?


2 partilhas

Quase toda mulher sabe que tampão ou absorvente interno, é um tipo de absorvente feminino, que é inserido no canal vaginal e que absorve o sangue oriundo da menstruação, mas o que algumas não sabem é que o seu uso é dos mais problemáticos que os normais por ter uma duração menor, o que na sua maioria causa a Síndrome do Choque Tóxico. 

Sabia que o uso de tampões pode causar Síndrome do Choque Tóxico?

 

A “Síndrome do Choque Tóxico” é nada mais que uma condição de emergência de saúde relacionada a uma infecção bacteriana, que costuma ser frequentemente associada ao uso prolongado de absorventes íntimos, uma vez que o ideal é que a troca seja feita a cada seis horas e ao passar esse período o risco de contaminação aumenta. Ela não afecta somente as mulheres em idade reprodutiva, como também chega afectar também homens, mulheres na pós-menopausa, e crianças.

Normalmente, nestes casos, a síndrome está associada a infecções de pele como erisipela e celulite bacteriana, absorventes internos, e complicação de cirurgias. As bactérias relacionadas à síndrome do choque tóxico são a Staphylococcus aureus e o Streptococcus pyogenes, que na sua maioria, elas entram em contacto com o organismo devido a uma infecção de pele ou pelo uso prolongado de absorventes íntimos.

Apesar da síndrome do choque tóxico poder afectar todas as pessoas, cerca de metade dos casos acontecem em mulheres durante o período menstrual.

Outros factores de risco para síndrome do choque tóxico são:

  • Ter cortes ou queimaduras na pele;
  • Ter feito uma cirurgia recentemente;
  • Ter diabetes, por causa da maior dificuldade natural de cicatrização;
  • Estar com uma infecção viral, como a gripe;
  • Febre alta;
  • Pressão sanguínea baixa (hipotensão);
  • Confusão mental;
  • Tontura;
  • Cefaleia (dor de cabeça);
  • Vómitos;
  • Diarreia;
  • Dores musculares;
  • Vermelhidão nos olhos, boca e garganta.

Os sintomas também podem estar relacionados à insuficiência renal, aumento das enzimas hepáticas e queda no número de plaquetas.

O seu tratamento é através do uso de antibióticos potentes e normalmente envolve uma internação em unidade de terapia intensiva.


Gostou? Partilhe com os teus amigos!

2 partilhas

0 Comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *