Rose Palhares veste mais de 100 celebridades na 70ª edição do Festival de Cinema de Cannes


A estilista angolana Rose Palhares, voltou a estar na ribalta após um ano dedicada a projetos de destaque, como a criação da coleção “Candomblé”, que é apresentada no aniversário dos 70 anos do Festival de Cannes, onde 19 filmes concorreram à Palma de Ouro e onde passaram nomes sonantes como Nicole Kidman, Colin Farrell, Pedro Almodóver (presidente do júri) e Mónica Bellucci, a “madrinha” do festival, que decorreu de 17 a 28 do último mês de maio, em Paris, França.

Com o desenvolvimento de uma plataforma de e-commerce Rose Palhares regressou à cidade Francesa após a sua presença no Cannes Fashion Festival de 2016. Este ano, foi convidada a apresentar uma coleção exclusiva de 200 vestidos na Fashion Shop da Mastercard do Festival du Filme de Cannes 2017.

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Esta nova coleção é baseada nas deusas da religião afro-brasileira Candomblé e realça a elegância e sumptuosidade do tecido africano.

Rose Palhares protagonizou produções de moda na revista Gala Croisette, com edição e distribuição diária para o Festival de Cannes.

“Que enorme desafio! Ontem, no último dia do Festival, perguntavam-me se valeu a pena este ano de trabalho intenso, dedicado à criação desta coleção que apresentei em Cannes. E a resposta esteve sempre na Red Carpet, desde o dia em que vi o primeiro vestido Rose Palhares a bilhar na passadeira vermelha”, disse a designer de moda angolana.

Recorde-se que o desafio de apresentar uma coleção exclusiva em Cannes surgiu há um ano, após a sua presença na red carpet do Cannes Fashion Festival.

Rose Palhares marcou assim presença numa edição histórica: o aniversário dos 70 anos do Festival de Cannes, em que o filme “The Square” do sueco Ruben Östlund venceu a Palma de Ouro, e a atriz alemã Diane Kruger foi distinguida com o prémio de interpretação feminina, pelo seu primeiro grande papel numa produção alemã, “In The Fade”, do realizador Fatih Akin. Entre outros destaques: Melhor Direção, para a americana Sofia Coppola por “O estranho que nós amamos”.


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