Home Lifestyle Rosa de Sousa faz história ao liderar a 1.ª Conferência da Mãe Atípica em Angola

Rosa de Sousa faz história ao liderar a 1.ª Conferência da Mãe Atípica em Angola

Mamacita Angola reforça o seu compromisso em construir espaços de diálogo, apoio e visibilidade, contribuindo para uma sociedade angolana mais inclusiva, empática e humana.

Por Luzimenia da Silva

A primeira edição da Conferência da Mãe Atípica, organizada pela Mamacita Angola e idealizada pela apresentadora Rosa de Sousa, marcou um momento histórico em Angola, ao reunir mães, famílias, especialistas e parceiros num encontro dedicado à inclusão, à informação e ao fortalecimento emocional de quem vive a realidade da parentalidade atípica.

Foto: Cedida

Concebida como um espaço de escuta, partilha e aprendizagem, a conferência juntou mães atípicas, profissionais de saúde, educadores e outros especialistas, promovendo debates fundamentais sobre os desafios do dia-a-dia, o cuidado emocional e a importância da criação de redes de apoio para crianças e adultos atípicos no país.

No painel profissional, participaram Miriam Passos, Viviane Andrade, Swenia Coelho, Chayah Muzói, Ilda Maneira e Alice Conca, que abordaram temas como a intervenção precoce, a saúde emocional, a autonomia da criança atípica e o bem-estar do cuidador. As intervenções reforçaram ainda a necessidade de um acompanhamento multidisciplinar e de um suporte contínuo às famílias.

Entre as oradoras que falaram a partir da experiência da maternidade atípica estiveram Selda, Harley Patrícia, Ângela Cardoso e Marlene Amaro. Esta última, para além de mãe, apresentou uma perspectiva jurídica, esclarecendo os participantes sobre os direitos e os mecanismos de protecção legal das famílias atípicas em Angola.

A vertente educativa também esteve em destaque com a intervenção da directora escolar Paula Sofia, que defendeu a importância da inclusão no contexto escolar. Já Juddy da Conceição trouxe ao debate os desafios enfrentados pelas famílias durante o processo de descoberta, aceitação e adaptação à condição atípica.

O momento espiritual ficou a cargo da missionária Esperança Fernandes, que levou uma mensagem de fé, esperança e encorajamento às mães presentes, contribuindo para um ambiente de acolhimento e fortalecimento interior.

A conferência contou ainda com actuações musicais de Mana Catila, Judeth e Ester e Imah Veloso, que ajudaram a criar uma atmosfera emocional e de proximidade entre os participantes.

No final, muitos presentes destacaram o impacto positivo do encontro, sublinhar a importância de iniciativas que dão voz às mães atípicas, esclarecem dúvidas sobre diagnósticos, promovem a inclusão e reforçam a criação de uma comunidade mais informada e unida.

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