Prince Agete considera assédio sexual ossos do seu ofício:-“Faz parte do trabalho”


Como se pode imaginar, é quase impossível estar em frente de uma mulher bonita seminua e não se sentir nenhum pouco atraído, ou até mesmo ser assediado, claramente que a situação não é diferente para o fotógrafo Prince Agete, um dos mais requisitados pelas figuras públicas angolanas da actualidade, para fotos tipo retratos ou mais ousadas.

Prince Agete, que durante os seus 7 anos de profissão já trabalhou com anônimos e figuras públicas como Micaela Reis, Neide Sofia, Neide Van-Dúnem, Telma Lee, Yola Araújo, Elizabeth Ventura, Mara D’ Alva, Cilana Manjenje, Yuri da Cunha, entre outras, confessou em conversa com o AngoRussia que já algumas vezes se sentiu assediado durante o trabalho, apesar de não revelar por quem ou até mesmo como aconteceu.

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Ainda atrás da melhor experiência que pode ser vivida no seu trabalho, Prince que actualmente prefere já não fazer nudez, defende que cada profissão tem as suas situações menos boas mas que ainda assim devem, de qualquer forma, ser enfrentadas, e o assédio sexual ou atracção sexual pela modelo é um exemplo de “ossos do ofício” no seu ramo.

“Já senti-me assediado sim senhora, é normal isso  faz parte da comunicação”, revelou sorridente o badalado fotógrafo autor da icônica foto de Neide Sofia com os seios de fora a beber licor que “acidentalmente” escorrega pelo seu corpo todo até à zona mais íntima.

Sobre os seus sonhos, Alfredo Luís Agete Bugalho, contou que deseja muito algum dia viver numa Angola mais justa e próspera, acreditando que só assim haverá mais aberturas em todos os ramos e oportunidade de negócios para todos.

“O meu maior sonho é ver Angola e o meu povo angolano a prosperar, de todas as formas possíveis. De formas a que nós sejamos uma das maiores potências mundiais. E responsáveis por erradicar a pobreza em África e unir as demais nações”, concluiu.


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