“É como se estivéssemos a abrir pela primeira vez” diz o director executivo do Cinemax Michel Ferreira


Após seis meses, o Cinemax reabriu as portas nesta sexta-feira (11) de Setembro, das suas 23 salas de Cinema localizadas no Kilamba, Talatona e Nova Vida na província de Luanda. Em conversa com o AngoRussia, o director executivo do Cinemax, Michel Ferreira disse que toda equipa está feliz com a reabertura, os espaços estão preparados com todo o tipo de medidas de segurança.

A equipa do Cinemax ficou feliz e satisfeita com a revisão do decreto presidencial, que autoriza a reabertura das salas de cinema e promete por isso brindar os amantes do cinema com o melhores filmes da actualidade e ideias inovadoras para garantir o conforto dos clientes em tempo de covid-19.

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“Para nós é uma felicidade, eu diria é como se estivéssemos a abrir pela primeira vez, é sempre uma óptima experiência, para nos é ainda mais gratificante receber os clientes, acredito que fizemos o nosso trabalho para garantir que quem nos visita e quem trabalha connosco esteja munido de todos os cuidados”, disse Michel Ferreira.

Para que todos se sintam à vontade em visitar as instalações, o Cinemax providenciou todas as medidas de segurança garantido um momento de entretenimento aos clientes com todo o conforto.

“Nos preocupamos em garantir o espaçamento de dois metros, intercalando as filas de bilhete, deixando livre as cadeiras à direita e à esquerda. Essa fase obrigou-nos a pensar em medidas para que os nossos clientes se sentissem seguros e confortáveis, apesar da diminuição na compra dos bilhetes o essencial é transmitir segurança apelativa para que nos visitem”, acrescentou o responsável.

Assim sendo, as 37 salas que integram os 6 multiplexes de Cinemas dispersos por todo o país foram abertas, Luanda, Benguela, Huíla e Huambo. Uma nova etapa se inicia após uma profunda reorganização dos processos de segurança fundamentais para o funcionamento das salas de cinema.

Para Michel Ferreira, a reabertura do Cinemax representa um importante contributo do Grupo Zahara para a dinamização do sector cultural e de entretenimento do país. Porque pretende-se democratizar o acesso ao cinema, continuando a praticar, na sua rede de cinemas, os preços mais acessíveis do mercado nacional.


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