Festival “Sons do Atlântico” enaltece sintonia entre continente Africano e América do Sul


Pela sétima vez, a empresa angolana de eventos e espectáculos Showbiz em parceira com o banco Atlântico proporcionaram aos amantes e apreciadores da boa música uma noite memorável. Sintonia, cumplicidade, amor e muita euforia, entre público e os artistas convidados que marcaram a 7ª edição de um dos grandes festivais musicais “Sons do Atlântico”, que lotou neste sábado (04) de Maio, com cerca de 50 mil de fãs e amantes da boa música nacional e internacional, a baia de Luanda.

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Em mais um ano, o festival que abriu as suas portas as 18 horas deste sábado (4) de Maio, proporcionou ao público presente, momentos únicos recheado de boa música de vários estilos desde Kuduro, Semba, Kizomba, e pela primeira vez Funk, entre outras numa aposta da organização que procurou desta forma, poder corresponder os agrados de todos os fãs. Como habitual, foram montados dois palcos (Tigra e Atlântico), onde grandes referências da música angolana e internacional, nomeadamente os Mobbers um dos grupos de rappers da News School mais querido levaram ao palco músicas do seu primeiro álbum como “Vou levar”, “Hater”, “Anjos não choram”, entre outras.

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Halison Paixão a mais nova promessa da música angolana, pela primeira vez desde o inicio da sua carreira musical, pisou e partilhou o palco com verdadeiros mestres da música angolana e internacional, ao enaltecer o amor ao som de “Minha Maria” e “Alma Gémea”.

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Filho do Zua, igualmente como o seu colega e amigo Halison Paixão, o menino que saiu do Golf II, também teve sua estreia no “Sons do Atlântico”.

Enquanto que o ‘monstro da música angolana’, Paulo Flores mais uma vez subiu ao palco e fez jus ao seu nome proporcionando ao público o melhor do Semba, assim como Matias Damásio, que pela segunda vez volta a pisar o palco do festival, abriu o “apetite” dos presentes com uma volta ao seu vasto repertório onde tirou “Matemática do Amor”, “Eu Juro por tudo”, “Voltei com ela”.

De Moçambique, veio a cantora Lizha James, que já faz parte da família angolana e convidou para subir ao palco os artistas Neide Sofia e Anderson Mário.

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Foi bastante notória, a interacção entre o público e os artistas, pois os fãs cantaram de forma uníssono cada música dos artistas convidados para abrilhantar o palco da 7ª edição do Sons do Atlântico, que teve a duração de 7 horas de espectáculos.

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Um dos momentos mais altos do show, ficou marcado com a entrada triunfal da consagrada “Rainha do Kuduro”, Noite Dia que ao lado dos seus fieis bailarinos deram uma lição de Kuduro. Mas quem o público não parava de clamar era a cantora brasileira Anitta, que ficou apaixonada com o público angolano e surpreendida pelas cerca de 50 mil pessoas que lotaram a Baia, que não só vibraram como também não deixaram-na desamparada, e cantaram incansavelmente os variados temas, bem como pedirem outras músicas que já fizeram sucesso e ainda têm feito. Como todo a história tem sempre duas versões, Anitta que se fazia acompanhar de seus bailarinos surpreendeu desta vez o público ao convidar o cantor angolano Preto Show para cantar um dos sucessos mais cantados na sua terra natal, “150 BPM”.

Satisfeita com sua vinda em Angola e saber que o povo angolano conhece suas músicas, em palco, Anitta revelou estar muito agradecida pelo carinho e que não tinha noção que conheciam suas músicas e como cantam tão bem elas, e ficou a promessa de um possível regresso para mais show na cidade capital.

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Já há sete anos que a empresa angolana de eventos e espectáculos Showbiz em parceira com o Banco Atlântico, vêem a proporcionar aos angolanos um dos maiores festivais de música realizados em Angola, “Sons do Atlântico”, que, ao longo desses anos, já trouxe grandes nomes internacionais, como Seu Jorge, Nelson Freitas, Ivete Sangalo, Johnny Ramos, Dina Medina , Mica Sa, Craig David, Gabriel “O Pensador”, Maphorisa, Ana Carolina, o grupo Sul-africano Mafikizolo, entre outros.

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