ZAP Viva com emissão especial dedicada ao Dia do Trabalhador


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Para celebrar o dia dos trabalhadores, o canal ZAP Viva da operadora ZAP, terá uma emissão especial, nesta sexta-feira (01) de Maio, na companhia de Jacinto Malungo, José Kundy e Nilson Cláudio, onde vão receber figuras incontornáveis da sociedade angolana, para falarem sobre a importância deste dia e o seu impacto nos dias actuais. O programa terá início às 14 horas de Angola e Portugal e 15 de Moçambique. 

Com a transmissão especial que terá duração de 3 horas, Jacinto Malungo, José Kundy e Nilson Cláudio vão levar para os telespectadores angolanos, moçambicanos e portugueses, uma emissão variada e descontraída que alia a actualidade com o melhor entretenimento.

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Aliado a bons temas de conversa aberta, com figuras ligados a variados sector da sociedade nacional e internacional como o Jurista Nilson Capalo, Sarchel Necésio CEO da Platina Line, a comentarista Florinda Miranda,  o Presidente da AAPCIL Huíla Paulo Gaspar, ainda de Moçambique Alexandre Chivale e do Brasil Daniel Françoso.

O mesmo vai contar ainda com um repertório musical dos artistas como C4 Pedro, Euclides da Lomba, Dino Ferraz, entre outras surpresas.

O dia mundial dos trabalhadores teve origem em 1 de Maio de 1886 nos Estados Unidos (Chicago), quando milhares de trabalhadores realizaram uma grande manifestação para reivindicar a reeducação da  jornada de trabalho para oito horas diárias. No dia 3 de Maio houve mortes através desta mesma manifestação. Na data seguinte (4 de Maio), houve outra manifestação devido as mortes ocorridas no dia anterior que terminou também de forma infeliz.

Três anos depois, em 20 de Junho, a Internacional Socialista (Organização que busca a divulgação e implementação do socialismo democrático) decidiu convocar anualmente uma manifestação para lutar pela jornada de oito horas de trabalho, e o dia escolhido foi o “1 de Maio” em homenagem as lutas de Chicago. Logo, em 1 de Maio de 1891, decorreu outra manifestação trágica em França o que reforçou  a data e fez com que a Internacional Socialista de Bruxelas proclama-se  como o  dia “Internacional de reivindicação de condições laborais”.

Em  Abril  de 1919, o senado francês ratificou a jornada de oito horas de trabalho e proclamou feriado em 1 de Maio. Em 1929 a União Soviética também adoptou o 1 de Maio como feriado nacional  e estendeu-se em outros países e hoje celebra-se por quase todo o mundo.


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