Príncipe Harry quer trazer Meghan e Archie à Angola


Um mês após o nascimento do filho, príncipe Harry planeja realizar uma viagem ao continente africano com a sua família, Meghan Markle e Archie para terminar o trabalho que a sua mãe, a princesa Diana, começara a fazer meses antes de morrer. Angola está entre os países.

Príncipe Harry quer trazer Meghan e Archie à Angola

De acordo com o tabloide britânico Dailymail, o casal pretende visitar ainda este ano, países como Angola, Malawi e África do Sul, para continuar o legado de sua mãe, Princesa Diana, morta em 1997.

Como parte da turnê de outono do casal, Harry viajará para Angola em uma tentativa de completar o legado de trabalho de caridade de sua falecida mãe para o HALO Trust.

Antes de embarcar para Angola, o Palácio de Buckingham anunciou nesta terça-feira (11) de Junho, que o Duque de Sussex irá participar na próxima segunda-feira (17) de Junho, num evento sobre “Desminagem, Conservação e Desenvolvimento Económico em Angola”, que será realizado na Chatham House em Londres, Inglaterra.

Segundo a mesma fonte, o  Palácio de Buckingham estão a  investigar se Angola é segura o suficiente para o príncipe infantil e sua mãe visitarem.

Príncipe Harry quer trazer Meghan e Archie à Angola

Esta não seria a primeira visita de Harry ao país. Em 2013, o príncipe viajou para a província do Cuando Cubango para experimentar o impacto das minas terrestres da região.

Recorde-se que a ‘Princesa do Povo’ esteve em Angola em Janeiro de 1997 a apoiar a organização HALO Trust na luta contra as minas anti-pessoais, tendo conhecido várias crianças mutiladas pelas minas e contribuído para uma maior consciencialização internacional do problema. Em 1997, as imagens de “Lady Di” com crianças mutiladas por minas terrestres e a atravessar um campo minado colocaram o assunto na agenda internacional.

A 15 de Janeiro de 1997, Diana de Gales deslocou-se ao Huambo, em Angola, numa missão. “Lady Di” era uma das maiores defensoras da retirada das minas terrestres dos antigos campos de guerra, tendo trabalhado com inúmeros organismos internacionais de desminagem, entre os quais a britânica Hallo Trust.

Foi com esta ONG que visitou o bairro de Santo António, na zona urbana da cidade, e as imagens de uma das figuras mais marcantes da época com crianças mutiladas por minas terrestres e a atravessar um campo minado colocaram o assunto na agenda internacional. Vinte anos depois de a mediática visita de Diana, as organizações não-governamentais que trabalham no país enfrentam hoje uma crise de financiamento que ameaça o processo. Incluindo a Halo Trust, que tem no terreno, entre as províncias do Huambo e do Cuando Cubango, 13 equipas, de sapadores, inspecção e destruição de armas, munições e engenhos explosivos, envolvendo cerca de 220 trabalhadores.

Valdemar Fernandes, chefe de operações da Halo Trust em Angola, recorda que em 2008 aquela ONG contava com 80 equipas e mais de 1.200 trabalhadores no terreno, pelo que o cenário actual, de falta de financiamento, coloca em causa a meta de concluir a desminagem do país até 2025. “Vai-se atrasar mais para reduzirmos o nível de contaminação de minas no país.

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