Emílio Dantas revela detalhes do seu personagem Beto em “Segundo Sol”


O actor brasileiro, Emílio Dantas, que está a vestir o papel do cantor Baiano Beto, na novela “Segundo Sol”, revelou em entrevista por correspondência ao AngoRussia, alguns dos segredos do seu personagem que depois do grande fiasco da carreira musical, deseja viver seu grade sonho numa Ilha, ser pescador e formar família, que por algum instante vê-se a realizar. 

Emílio Dantas revela detalhes do seu personagem Beto em "Segundo Sol"
Emilio Dantas

Emilio, começou logo por se debruçar sobre a relação de Beto e Luzia interpretada por Giovanna Antonelli, que logo de primeira originou o amor a primeira vista uma vez que ambos são apaixonados por música.

“Eu acho que Luzia traz para ele muita coisa. Primeiro, porque ela não o reconhece, então é uma oportunidade de recomeçar. E segundo, porque ela gosta de música, tem amor pela música e não tem vontade de sair daquela vida simples, trazendo de volta para ele tudo aquilo que o Beto sonhou no início. Ele se encanta por aquela figura, que tem ainda dois filhos incríveis e um marido que sumiu. É uma nova oportunidade dentro daquilo que ele sonhou”, começou logo por dizer.

O actor continuou dizendo que durante a novela, a vida de Beto sofre vários recomeços desde a tentativa de trazer de volta um sucesso de 94, o acidente que sofreu e a prisão de Luzia durante uma rebelião onde meteu-se em fuga e foi dada como morta.

“Em 99, ele tenta trazer de volta um sucesso de 94, um recomeço. Depois, ele sofre esse acidente e tem a oportunidade de recomeçar a vida do jeito que queria um recomeço. Luzia vai embora e ele acaba sofrendo esse acidente. Entra em coma e, quando acorda, novo recomeço, com fisioterapia para poder se movimentar de novo, para se tornar saudável de novo. Ele aceita que Luzia foi presa, que fugiu e que nunca mais vai vê-la. São muitos recomeços”. disse o Emílio.

Questionado, sobre sua paixão pelo estilo de música baiana, Emilio Dantas, revelou não se identificar muito com o estilo, mas ao passar do tempo de convívio com o pessoal da Bahia aprendeu a gostar do mesmo.

“Quando eu era moleque, era mais do rock n’rol e o pessoal era mais axé. Tínhamos essas batalhinhas. Eu lembro que implicava com o axé falando ‘Como é que pode um show que você paga e que ele fica fugindo de você? Não tinha lógica nenhuma’ . Mas depois eu entendi a lógica da coisa, e aí, convivendo com o pessoal baiano e com pessoas como o Saulo, eu fiquei na vontade agora. Pena que vou gravar num trio falido”, contou.

Ao finalizar, Emílio contou como tem sido trabalhar com Deborah Secco e com a Giovanna Antonelli, e disse que apesar de ser a primeira vez tem sido fantástico estar ao lado de duas grandes veteranas da Tv.

“Eu não tinha trabalhado nem com a Deborah, nem com a Giovanna, e está ser muito bom. São duas vertentes muito diferentes e muito gostosas de se brincar. A Deborah é pau para toda a obra: o que você propor, ela entra, ela brinca e curte a viagem. Já a Giovanna já é mais cabeça, gosta de desenhar a cena, sentar e ajustar as arestas. São dois métodos muito fantásticos com os quais gosto muito de trabalhar. Está sendo incrível”, finalizou.


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