Senegal vai tentar deixar continente africano orgulhoso: ‘Está no nosso sangue’


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No mundial 2018, os senegaleses conquistaram a todos com o seu sorriso sincero, que contrastam com a história de um continente sofrido, vítima de todos os tipos de mazelas e abusos, os seus torcedores deram uma lição ao mundo limpando a zona do estádio onde estiveram sentados depois do jogo. Logo na estreia, a vitória sobre a Polônia fez o mundo aplaudir a dança daqueles jogadores que carregam sobre eles não só a pressão de representar um país, mas também todo um continente que entra em campo com estes homens que buscam uma vaga nos oitavos de final do Mundo. A vaga do continente africano.

O Senegal, última esperança de África no Mundial2018, defronta hoje as 15h (horário de Angola) a Colômbia, no estádio de Samara, obrigado a pontuar para continuar em prova e manter o orgulho africano.

“Acredito que essa responsabilidade seja positiva. O continente inteiro nos apoia e confiamos que podemos chegar lá. Somos gente do futebol e temos que jogar com orgulho, representando as cores de Senegal e, acima de tudo, da África. É muito positivo ter um continente inteiro com você”, disse o defesa Kalidou Koulibaly.

Com os mesmos quatro pontos que Japão (adversário da Polónia), os “leões da Taranga” que são a única formação do continente africano ainda em prova, também contam com o único treinador negro do mundial. Aliou Cissé, enquanto jogador, representou Senegal em 2002, na Coreia do Sul e no Japão, quando o time eliminou a França na fase de grupos. Agora ele volta para fazer história.

Para assegurar permanência, o Senegal precisa apenas de pontuar: se empatar e a Polónia ganhar será primeiro do grupo. Também vence o grupo se ganhar e o Japão não ganhar.

Já foram eliminados os outros quatro representantes de África (Marrocos, Tunísia, Egipto e Nigéria).


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