Árbitro Zambiano rouba final da Liga dos Campeões Africanos ao 1º de Agosto


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O jogo das meias-finais da Liga dos Clubes Campeões Africanos de futebol, foi registado pela má actuação do Árbitro zambiano Janny Sikazwe  que contribuiu significativamente no impedimento do 1º de Agosto em atingir a final da Liga Africana, ao perder diante do Esperance de Túnis, por 2-4, em jogo da meia-final da prova, disputado nesta terça-feira (24), no Estádio Olímpico de Radés, na Tunísia.

Árbitro Zambiano rouba final da Liga dos Campeões Africanos ao 1º de Agosto

Auxiliado pelos conterrâneos, Romeo Kasengele e Kawe Chansa, Janny que representou a África no mundial da Rússia, demonstrou durante o jogo uma actuação reprovável, infringindo as leis e regras do futebol, levando ao “colo” a formação tunisina.

Depois da vantagem (1-0) em Luanda, a formação angolana entrou em campo engajada em confirmar a qualificação, inaugurando o marcador por intermédio de Geraldo, para a comoção e desalento do adversário e seus apoiantes, que além de lançarem substâncias nocivas (fumaça) ao redor do retângulo do encontro, entravam em confronto com as forças da ordem.

Assim, o “homem” do apito, talvez temendo a eliminação da turma local, entrou em acção, cortando quase todas as jogadas limpas dos agostinos, que ainda se viam admoestados severamente com uma “chuva” de cartões amarelos.

Desta forma, o pior foi a sequência de tomadas de decisões incongruentes, numa clara demonstração de favorecimento aos caseiros, deixando atónito e sem possibilidades de alterar o rumo dos acontecimentos aos jogadores e equipa técnica do 1º de Agosto.

O que se registou no desafio no estádio Olympique de Rades, foi um escândalo e atentado a modalidade “Rainha”, tudo na ânsia do zambiano em prejudicar o esforço e empenho honesto da equipa Angolana na qualificação para a final.

Os agostinos, que falham assim a final inédita, reclamaram da arbitragem, no entanto, sem hipóteses de alterar o resultado, para a grande tristeza do colectivo, que vê esfumada à esperança de milhares de cidadãos angolanos e também estrangeiros.

AR-Angop


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